sábado, 11 de agosto de 2012

Uma noite na Boate Kilt


Estas fotos foram tiradas pelo meu marido em um hotel em Sampa, um pouco antes de irmos para uma balada na Boate Kilt.

Depois de estrelar um filme pornô (postagem anterior), uma das minhas maiores fantasias era passar uma noite inteira na Kilt fazendo o papel de garota da casa, de top less e fio-dental, a mesma roupinha que estou usando nessas fotos. Ficar dançando, desfilando e me exibindo assim quase nua para um monte de turistas cheios de tesão. Delícia !



Consegui realizar minha fantasia graças a ajuda de um admirador de São Paulo que era cliente assíduo da boate. Ele arranjou para eu ter a minha "noite de garota de programa da Kilt", uma experiência que eu sempre quis ter. Em troca desse favor, depois eu seria a vagabundazinha dele por uma tarde inteira. Muito justo.


Foi pena não ter sido possível fotografar dentro da boate. A idéia era a gente chegar na boate na sexta bem cedo, antes dos clientes, mas o avião atrasou e só chegamos no hotel em Sampa meio tarde. Então o jeito foi tirar as fotos no quarto do hotel mesmo, com o mesmo fio dental com alça de silicone que eu iria usar na Boate -  um dos bikinis que minha mãe fez para mim. Se ela soubesse o sucesso que fiz na Boate usando este fio dental, ela ficaria super orgulhosa da filha, mas achei melhor não contar por motivos óbvios.


Meu admirador paulista já estava na boate quando chegamos. Eu estava disposta a fazer as mesmas coisas que as meninas que trabalham na boate fazem, inclusive lap-dance, se fosse convidada. Só não sairia com clientes, por que eu já tinha um compromisso com o meu admirador no dia seguinte.




O meu marido ficou bebendo em uma mesa e me deixou livre e solta pela boate. Meu trabalho, como "menina da casa" era ficar dançando no palco central e depois em cima do balcão que fica logo na entrada da boate. Também tinha que fazer o show do balanço. Nos intervalos, eu ficava passeando pela boate de top less e fiozinho dental, provocando os clientes para que eles me contratassem para um lap-dance. Consegui que um me pagasse para isto, mas ele não queria o dance, só queria o lap, só queria que eu ficasse esfregando minha bunda na cara dele. Aceitei, por que afinal quem estava pagando era ele.



Mas o que eu mais gostei foi ficar dançando no balcão, bem em frente da porta de entrada da boate. Cada vez que chegava um cliente, eu virava de costas e arrebitava a bunda. Também gostei de fazer o show do balanço: um balanço, desses de play ground, foi pendurado no meio do bar e aí tive que ficar me balançando nuazinha, sem fio dental, as vezes sentadinha, as vezes ajoelhadinha, arrebitando a bunda ao máximo. Toda moça que faz o show do balanço sabe que, naquela posição, o cuzinho fica exposto e oferecido, então tem que ser corajosa para se mostrar assim para um monte de homens. 


De vez em quando eu ia até a mesa onde estava o meu marido só para ver se estava tudo bem com ele. Ele também as vezes ia até o balcão, quando eu estava dançando lá e me assistiu fazer o show do balanço. Depois ele me contou que mais de 20 homens tinham visto o meu cuzinho, durante meu show. 


Por volta das 4 da manhã decidimos voltar para o hotel, porque no sábado a tarde eu teria que trabalhar como vagabunda do rapaz que tinha me arranjado essa experiência como garota de pograma da Kilt. Vida dura, a de puta !  A nota triste é que pouco tempo depois desta noite a boate fechou, que pena !



quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Meu primeiro filme pornô




Essas fotos foram tiradas pelo meu marido em um apartamento no Flamengo, aqui no Rio, um pouco antes do início da filmagem do meu primeiro filme pornô.

Na postagem anterior contei como conheci um produtor/diretor de filmes pornôs, enquanto me exibia quase nua na praia em busca de clientes, conforme meu marido tinha me mandado fazer. Este diretor me fez a proposta indecente de estrelar um filme pornô. Meu marido que achou a idéia ótima, pricipalmente por que eu poderia levá-lo para acompanhar a filmagem.


"Que bom que você veio !  Vou ser a  sua putinha esta noite..."


Então respondi para o diretor dizendo que eu aceitava a proposta e que o meu marido iria acompanhar a filmagem. Expliquei que não haveria problema por que meu marido era bem moderno. Aí o diretor teve a idéia de colocar o meu marido com personagem do filme também e assim eu e meu marido fomos contratados para fazer o filme pornô. Nosso cachê aumentou, super legal !


Será que você vai querer comer minha bundinha ?


O diretor também explicou que não era bem um filme indendente, mas um dos vários episódios de um site pornô americano, mas eu poderia falar em portugues sem problemas, por que depois seria legendado. Não posso dizer que site era, para não ser reconhecida - minha mãe ainda não está preparada para saber que sua filhinha faz filmes pornôs, mas era um site parecido com o brazzers ou com o everythingbutt.


O meu marido já está vindo para te dar as boas vindas e te agradecer por você vir aqui me comer.


Só conseguimos combinar a filmagem dois meses depois daquele dia na praia, mas enfim chegou o dia e fomos para o o lugar marcado para a filmagem - um apartamento luxuoso no bairro do Flamengo no Rio.

Eu e meu marido nunca tínhamos trabalhado em um filme antes e estávamos ambos um pouco ansiosos. Para descontrair e enquanto eles cuidavam de arrumar o set de locação, o diretor sugeriu que me marido tirasse algumas fotos, desde que não aparecesse mais ninguém além de mim. São essas fotos que estão aqui e meu marido adorou poder tirar essas fotos.


"O combinado é que você pode usar e abusar de mim do jeito que quiser, só peço para você não me machucar muito."


Depois o diretor nos passou o enredo e as frases que deveriamos dizer durante o filme. Não eram muitas frases e nem eram difíceis, mas tive um pouco de trabalho para decorá-las. Ainda me lembro de algumas dessas frases que coloquei embaixo de cada foto, só para dar uma idéia.



"Gostou do meu fio-dental ? Foi minha mãe quem fez !"

O enredo era o seguinte: Meu marido e eu fazíamos o papel de um casal liberal e bem rico e morávamos naquele apartamento. No aniversário do marido, minha personagem, que era uma esposinha bem putinha, tinha resolvido dar uma festa. Dar uma festa, dando !  O presente de aniversário que ela iria dar para seu marido era bancar a vagabunda para dois rapazes na frente dele. O papel de marido aniversariante era do meu próprio marido no mundo real.

"É aniversário do meu marido e ele adora ver a carinha que eu faço enquanto dou a bunda para outro homem."


A personagem esposa-putinha então tinha convidado dois rapazes para a festa de aniversário que iria dar para seu marido. E seu presente de aniversário seria mostrar para o marido como ela era uma boa putinha se colocando a serviço dos rapazes. Então eu, digo, ela, a personagem esposa putinha, estava pronta para ser comida por eles, na frente do marido, só para fazê-lo feliz. Este era o enredo.

"Vou sentar nuazinha no colo de cada um e ficar rebolando enquanto mando beijinhos para o meu marido."

Antes de começar o filme o diretor conferiu e mostrou os exames médicos de todo mundo que participaria da filmagem. Senti bastante profissionalismo. Afinal, tudo iria acontecer sem camisinha e estava previsto cada rapaz gozar duas vezes, uma gozada na minha boca e outra no meu cuzinho. Porra não ia faltar.

"Você é que é um marido maravilhoso e merece que eu seja vagabunda que todo marido espera que sua mulherzinha seja." 

O filme começava comigo abrindo a porta para os rapazes que vão chegando e dizendo as frases que estão nas primeiras fotos. Estou de top-less e usando o mesmo fio dental e saltos dessas fotos.

Aí o meu marido aparece e digo para ele: "Amor, preparei uma festa surpresa para você, vou deixar esses três rapazes me comerem na sua frente, de todas as maneiras !"  Aí ele responde algo tipo: "Ah, você é tão boa para mim, como você é generosa, esta vai ser a melhor festa de aniversário da minha vida !"  Aí eu digo: "Você é que é um marido maravilhoso e merece que eu seja vagabunda que todo marido espera que sua mulherzinha seja."  Aí ele diz: "E o que você está pensando em fazer ?" E eu respondo: "Vou fazer as oito coisas que você mais gosta de me ver fazer !"

Achei este diálogo meio forçado, mas os diálogos em filmes pornôs costumam ser mal bolados assim mesmo. Pelo menos, era um diálogo romântico.





No filme, a minha personagem então diz para o marido: "A primeira coisa que vou fazer e que sei que você adora é desfilar de fio dental e top less para a galera."  Aí então eu ficava uns dez minutos desfilando, dançado e sentando no colo dos rapazes, enquanto o marido apreciava. Na vida real sei que o meu marido também adora me ver ficar nua na frente de outros homens me oferecendo e provocando, então estou acostumada com a situação e foi bem fácil fazer a cena.



Outra coisa que o personagem do marido adorava era ouvir sua esposa apanhando de outros homens, ouvir um barulho das palmadas na bunda acompanhado dos gemidos dela. Então a minha personagem tinha que ficar ajoelhada em uma poltrona, com a bundinha bem arrebitada para cima enquanto o marido convidava os rapazes: "Dá umas palmadas na bunda da cadelinha de minha esposa que ela merece !"

"Pode me bater que eu mereço apanhar..."


 Então enquanto os rapazes estalam palmadas na minha bundinha, eu tinha que dizer coisas como: "Ai, tá doendo, mas pode bater mais, vida de vagabunda é assim mesmo, gozar e apanhar, gozar e apanhar..." ou então olhar para o meu marido e dizer: "Ai, estou levando palmada na bundinha por que sou uma putinha..."

"Ai, estou levando palmada na bundinha por que sou uma putinha..."

Depois do desfile e das palmadas, a terceira tara do marido no filme era ver a esposa de joelho chupando o pau de outros homens. Tive uma certa dificuldade em fazer essa cena, por que eu estava de joelhos cercada pelos três rapazes e tinha que engolir o pau de cada um deles todinho e ainda por cima ficar olhando para o meu marido e fazendo um olhar apaixonado.

Há muito tempo que eu não fazia "garganta profunda", eu me lembrei dos meus tempos de colégio: eu era muito boa em "pagar um boquete" como se falava antigamente.


Aproveita que o meu marido quer que eu ofereça a minha bunda para você...

O quarto presente de aniversário que minha personagem no filme dava para o marido era pedir que ele abrisse o cuzinho dela para facilitar a penetração dos convidados. De acordo com o enredo do filme, o marido aniversariante curtia colocar as mãos na bunda de sua esposinha e abrí-la bem, oferecendo o cuzinho dela bem escancarado para outro homem: "Quer comer a bunda de minha mulher ?" 

Esta cena no início deixou meu marido um pouco ressabiado: "Não sei não, vou ter que manter o cuzinho da Thays aberto para que outro homem enfie o pau ?!"   Mas depois, eu expliquei para ele que não seria nós que estaríamos fazendo isto, mas sim nossos personagens. É como na novela quando a atriz beija um homem, é apensas representação, não é para ter ciúmes. Ele terminou concordando,  e depois me disse que até gostou de ver o pau de outros homens entrando no meu cuzinho e me ajudar a ser comida por trás.





Na cena seguinte: eu, ou melhor, minha persongem a esposa putinha, nuazinha, de salto alto, de pé, me inclinava projetando a bundinha e me apoiando no marido que estava sentado em uma poltrona. Aí eu colocava meu rosto bem diante do dele, bem olhos nos olhos, cada um olhando direto para o rosto do outro. Super romântico.

Aí vinha um rapaz por trás de mim para me comer a bunda. Então meu personagem dizia para o marido: "Amor o meu quinto presente de aniversário para você é que você fique vendo a carinha que eu faço enquanto dou minha bunda para outros homens". Aí o marido respondia: "ah, você fica linda quando tem outro homem comendo tua bunda..."
Na vida real, o meu marido também adora ver a expressão de dor-prazer-vergonha-tesão que eu faço enquanto estou sendo enrabada por outro homem.




Depois dos três rapazes ficarem um bom tempo fazendo um rodizío na minha bunda chegou a hora do sexto presente para o marido: fazer um show erótico especial em que eu seria comida pelos três rapazes ao mesmo tempo. Seria uma celebração de sexo, com sexo vaginal, oral e anal simultaneamente. E mais ainda: o marido poderia escolher que rapaz iria enfiar em que lugar. Ou seja, quem estava no comando era o marido ! Era ele quem escolhia, ele quem mandava, por exemlo: "Você aí tira do cuzionho dela e coloca na boca.  Você que está na boca, enfia no cuzinho dela."



Eu já tinha feito dupla penetração várias vezes em clubes de swing, mas esta foi a primeira vez que enfrentei três ao mesmo tempo. Não é difícil, mas exige um pouco de concentração para lidar com três paus ao mesmo tempo.


O sétimo presente era mostrar ao marido a minha boquinha cheinha de porra. Fiquei de joelhos, abri a boca e coloquei a língua para fora enquanto os rapazes se masturbavam. Aí cada um deles se aproximava e fazia o que tinha que fazer: gozava na minha boca. Depois fiquei um tempão de boca aberta mostrando para o marido quanta porra cabia na minha boca.

O oitavo presente foi grande fnal. Fiquei de quatro em cima da mesinha de centro da sala e os rapazes fizeram uma fila para comer a minha bunda até gozar, um depois do outro. Depois a minha personagem fez a felicidade do marido mostrando o cuzinho arrombadinho e esporradinho. O meu marido na vida real também gosta disto !

Então foi assim a minha primeira experiência em filmes. Adorei e vou tentar repetir um dia desses...