Recebi e-mails me criticando só porque aceito virar uma cachorrinha quando estou atendendo a um cliente.
Alguém, pretensamente falando em nome das mulheres (quem é que pode representar as mulheres ?), perguntava como é que eu podia descer tão baixo, ainda que eu seja puta e piranha.
Minha resposta foi: primeiro, não estou tão baixo assim, apenas fico de quatro. No máximo abaixo a cabeça e empino o rabinho, quando eu vou beber água na tijelinha no chão. Deitada, por exemplo fico mais baixa ainda.
Segundo, não há nada de humilhante em ser a cachorrinha de um
cliente. Afinal se o cão é o maior amigo do homem, uma cadelinha como
eu, então,
sou uma dádiva a ser louvada.
Terceiro, é um imenso preconceito, uma verdadeira demonstração de
misoginia desprezar uma mulher só porque ela concorda em ser a
cachorrinha de outro homem na frente do marido.
Cada um brinca do jeito que quiser, ora essa !
Aliás, também recebi e-mails de gente perguntando como é que meu marido aceita ver sua mulher se tornar a cadela de outro homem. Ou seja, queriam saber se meu marido realmente não se importava em ver sua querida esposa nuazinha, com um plug anal de rabinho, de quatro, sendo puxada pelo coleira por outro homem.
Em primeiro lugar, o meu marido entende que não há problema em uma
mulher ser ao mesmo tempo uma ótima esposa e também a cadelinha de outro
homem, o qual está pagando por isto. Se algum homem me paga para ser a sua cadela, o que tenho que fazer é balançar o rabinho e cruzar direitinho com ele.
Em segundo lugar, o meu marido sabe que compromissos profissianais são compromissos profissianais e não devem prejudicar a vida do casal. Aliás, o plug anal com rabinho imitando de uma cachorrinha foi o meu marido que comprou, para ajudar meu performance. Não é fofo ?
Em tereiro lugar, o meu marido está cansado de me ver nuazinha de quatro no chão esperando outro homem montar em mim. Então qual é o problema se, além disso, eu também latir e ganir ?
Aliás, se você quiser me contratar, basta escrever para o e-mail thaysfacinha@gmail.com
Sou bem facinha, moro no Rio, mas as vezes vou a São Paulo. Mas tem
uma coisa: só atendo homens bonitinhos, simpáticos, razoavelmente em
forma, na minha faixa etária, entre 40 e 50 anos, nada de garotos ou coroas. E tem que mandar foto do rosto
e do corpo.
Au au !