sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Uma vagabunda carioca em São Paulo - nua na varanda, de castigo


Meu marido me colocou de castigo na varanda. Nuazinha. Ele fez isto por que eu não queria aceitar ele oferecer minha bunda em leilão.

Então ele amarrou meu pulso na grade usando lacres de plástico, tirou meu bikini e disse que eu só poderia sair dali quando concordasse com o leilão de minha bundinha. Era um andar baixo e todo mundo poderia me ver....

 





Ele disse que uma vez eu já aceitei ser escrava de um outro homem por uma tarde inteira, então qual o problema em colocar minha bunda em leilão ?   Expliquei para ele que uma escrava pelo menos  ainda é um ser humano enquanto que o leilão de minha bunda faz de mim um mero objeto, um objeto sexual.
 
Além disto eu sempre fui facinha, mas nunca fui putinha, as únicas vezes em que dei por dinheiro foi para fazer um filme pornô, mas aí era uma questão de atuação artística, não era eu quem estava dando a bunda, era meu personagem e uma outra vez foi só uma espécie de teste, de experiência, não foi uma coisa profissional, foi mais uma brincadeira.

 
 
 
O problema é que a proposta indecente que recebi na sala de ginástica do hotel fez meu marido perceber que tinha gente disposta a fazer lance generoso para poder comer o cu da mulherzinha dele.
 
No final, eu terminei aceitando realizar o leilão de minha bunda, mas estabeleci 3 condições (não sou tão facinha assim, afinal...):
- quero consultar minha mãe a respeito;
- quero limitar a no máximo 3 horas o direito do vencedor de se servir de minha bunda;
- quero que meu marido ajude o vencedor  a me enrabar, abrindo minha bunda e também lambendo meu cuzinho - senão vou terminar machucadinha....

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Uma vagabunda carioca em São Paulo - enfim !


Fomos no Inner Club na terceira noite e enfim aconteceu alguma coisa  interessante: dei para 4 rapazes e transei com 2 moças lindas.

Com os rapazes, dois eu chupei e depois me comeram normal e gozaram rápido. Os outros dois foram mais firmes e também tiveram a honra de enfiar em meu cuzinho, com todo o respeito. Meu marido teve o prazer de assistir sua esposinha dando a bunda para dois rapazes, mas um de cada vez !  Fiquei bem arrombadinha, como ele gosta.

As moças, uma morena com uma bunda maravilhosa e uma loira com um rostinho de boneca. Adoro meninas, também !

Uma ótima noite, que compensou as anteriores.


sábado, 18 de janeiro de 2014

Uma vagabunda carioca em São Paulo - meu marido que leiloar minha bunda.

Meu marido decidiu que vai leiloar a minha bunda. Vamos receber os lances e a melhor oferta ganha o direito de usar e abusar de minha bundinha durante 4 horas. Acho isto meio humilhante, colocar minha bunda a disposição de quem pagar mais... Não sei se concordo, ainda estou pensando no assunto.

 
Tudo começou quando voltamos da boate Enigma. A boate até que é arrumadinha mas a frequência estava fraquíssima. Não rolou nada, maior perda de tempo, então estávamos meio chateados. A minha sainha já fez o maior sucesso na Help como contei no post anterior, mas na Enigma não funcionou.
 
Na tarde seguinte fomos para a sala de ginástica. Eu estava usando um dos biquínis que minha mãe faz para mim e meu marido tirou as fotos que estão aí. Não deu para tirar mais fotos por que apareceu o mesmo homem grisalho que estava lá na tarde anterior. O meu marido então foi para a sauna e eu fiquei mais um pouco mais na sala de ginástica. Eu estava mais a fim de provocar o cara, que não disfarçava o interesse em mim. Então aproveitei para fazer na frente dele as mesmas poses que tinha feito antes nas fotos com o meu marido.
 
 
Foi então que o homem se aproximou e disse: "Você é muito linda e eu pago o quanto que você quiser para comer sua bundinha." Achei esta abordagem muito grosseira e disse para ele, com todo carinho: "Vê se te enxerga, seu babaca, eu sou casada, desinfeta." O sujeto ficou morto de vergonha !
 
Então voltei para a sauna e contei para o meu marido o que tinha acontecido. Ele achou engraçado, mas disse que eu deveria ter aceito, por que a grana podia ser boa. E foi aí que meu marido teve a idéia de colocar minha bunda em leilão !

 
O meu marido até imaginou como seria: os pretendentes enviariam suas propostas para o meu e-mail: thaysfacinha@gmail.com anexando uma foto, contando que motel iriam escolher e como iriam me fazer feliz. O melhor lance se tornaria o proprietário de minha bundinha por algumas horas.
 
O meu marido, é claro, estaria presente assistindo sua mulherzinha ser devidamente enrabada por quem tivesse feito o melhor lance.

 
Mas eu não sei se vou concordar. Uma coisa é dar a bunda em boates de swing ou para conhecidos outra coisa é ter a bunda leiloada, ser comida por quem oferecer mais.
 
Para ser sincera, eu fiquei surpresa com a idéia. Posso estar enganada, mas não é comum um homem propor um leilão da bunda de sua esposa. Não sei se vou aceitar ou não dar o cuzinho desta maneira....

 
 
De qualquer maneira, foi bem divertido provocar o sujeito na sala de ginástica, enquanto meu marido estava na sauna: apesar de ter levado um fora, acho que ele adorou minhas poses. Com certeza, ele vai ficar freguês daquele hotel - não é qualquer lugar que tem um show da Facinha na sala de ginástica. Acho que fiz por merecer para ser confundida com uma puta - ele não teve culpa.
 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Uma vagabunda carioca em São Paulo - indo a boate de sainha


Na segunda noite em São Paulo fomos à boate de swing Enigma. A roupinha que escolhi foi uma sainha bem curtinha, a mesma que usei há muitos anos para castigar meu marido.  Ele tinha estado com garotas de programa em uma festa de despedida de solteiro, e quando descobri fiquei muito puta, fiquei puta de verdade, e disse para o meu marido que já que ele se interessava por putas, então ele iria ter o maior prazer em ver a esposinha dele bancando a putinha, toda sexta e sábado, durante um mês inteiro.

Já contei esta história em uma postagem anterior: na sexta eu ficava de shortinho bem enfiado na bundinha no calçadão, me oferecendo para os motoristas do carros e para os gringos que passavam na Atlântica, enquanto meu marido ficava em algum barzinho por perto assistindo o meu desempenho como garota de programa de rua. Mas eu não fechava negócio, colocava um michê muito alto, não queria tirar trabalho das outras meninas, só queria que meu marido aprendesse a lição.



No sábado eu colocava uma sainha bem curtinha e bem rodado e junto para o meu marido íamos para a Boate Help, que na época estava no auge do sucesso. A Boate era frequentada por garotas de programas e por gringos e era uma atração turística da cidade. Na verdade, a Boate era um imenso puteiro e rolava um monte de brincadeiras e sacanagens, mas sempre com todo respeito. As meninas tinham que se comportar direitinho, senão eram convidadas a se retirar.
  
 
Dentro da boate meu marido ficava sentado em uma mesa junto ao salão principal e eu ficava de pé do lado dele. Aí eu subia a sainha para deixar só a popinha de fora, como nesta foto, e ficava dançando do lado dele.
 
Eu ficava esperando algum gringo prestar atenção em mim, o que não costumava demorar muito. Então eu dava um sorrisinho para o gringo, e um pouco depois me virava de costas para ele.  O gringo  ficava sem saber se eu estava interessada ou não, mas continuava olhando para minha bundinha.
 
 
Aí começava a minha vingança. Eu mandava meu marido levantar minha sainha: "Amor, tem um gringo de olho em mim, levanta mais minha sainha para ele ver minha bundinha, por favor..." e meu marido obedecia, é claro, exibia minha bunda para a alegria do gringo. Mas depois de algum tempo eu baixava minha saia, também não sou tão caridosa assim.

 
 
As vezes, algum gringo me chamava para dançar e eu mesmo levantava a sainha para fazer um charme, dançava duas ou três músicas esfregando minha bunda nele mas depois voltava para a mesa onde estava o meu marido e dizia para o gringo: "Sorry, I already have a client... ' Chique não ?
 

De volta para a mesa junto ao meu marido, eu continuava dançando e prestando atenção nos gringos, sempre aproveitando as oportunidades para me vingar da galinhagem de meu marido: " Amorzinho, levanta a minha sainha para mostrar para aquele alemão como é gostosa a bundinha de sua mulherzinha..." E meu marido não tinha saída, tinha que obedecer para aprender ! Uma boa maneira de educar marido é mandar ele levantar a saia da mulher para outo homem se deliciar.

 
 
Quando ficava mais tarde, lá pelas 3 da manhã, a coisa esquentava mais um pouco e aí começava a segunda vingança: eu me debruçava na mesa em que meu marido estava, levantava a sainha deixando minha bundinha de fora e só para provocar perguntava para o meu marido coisas como: "Amor, que tal eu fico mostrando a bunda para os turistas ?"  e "Amor, tudo bem se passarem a mão na minha bunda ?"  e "Amor, conta para mim  quantos vezes serei sarrada eu estiver assim ?" e "Amor, acho que a galera está pensando que sou uma putinha, porque será ?"
 
 
 
 
Eu recebia muitas propostas o tempo todo, mas não aceitava nenhuma, dizia que já tinha um cliente - que era o meu marido. Eu afinal estava ali só para ele ter o gostinho de ser casado com uma putinha, já que ele parecia gostar tanto delas.

A única grana que eu recebia de vez em quando era para brincar de revista. A brincadeira era assim: o próprio staff da Help selecionava umas 4 ou 5 garotas, todas de sainha, para fazerem um show prive e serem revistadas por algum cliente VIP. Aí todas nós tínhamos que levantar as sainhas, abrir um pouco as pernas, apoiar as mãos na parede e ficar dançando ciom a bunda bem arrebitada.


Depois acontecia a revista: o Cliente VIP e seus amigos passavam as mãos do jeito que queriam nas pernas e na bunda de cada garota. A gente tinha que continuar rebolando enquanto eles se divertiam nos apalpando. Tudo isto acontecia em um canto mais afastado do salão. No final, cada uma de nós recebia um presentinho.

O meu marido não gostava muito que eu fosse revistada assim, mas terminou entendendo que isto fazia parte de meu trabalho enquanto puta, afinal estavam me pagando...




segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Uma vagabunda carioca em São Paulo - provocando um pouco mais.


Quando minha mãe recebeu pelo celular minha foto de bikini na sala de ginástica do hotel em São Paulo http://thaysfacinha.blogspot.com.br/2014/01/uma-vagabunda-carioca-em-sao-paulo-me.html, ela quis saber mais e me ligou pedindo detalhes.




Contei para ela que meu marido tinha tirado algumas fotos minhas de bikini (não falei que era para o meu blog, isto ela não sabe ainda), mas que agora eu estava só fazendo sauna, porque outros hóspedes tinham aparecido.
 
 
 
 
Minha mãe gostou de saber que eu estava usando os biquínis que ela faz para mim até mesmo em um hotel. Aí contei também para ela que o bikini dela estava fazendo o maior sucesso com os dois hóspedes que estavam lá na sala de ginástica.
 
 
 
Minha mãe disse então que eu tenho uma bunda maravilhosa (minha mãe é muito coruja de mim) e que tenho mesmo que exibí-la para fazer a alegria da rapaziada, aproveitando que eu tenho a sorte de ter um marido tão generoso.

 
Antes de desligar minha mãe ainda me deu uma sugestão bem sacana: que eu fizess uma pose caprichada para mostrar para algum dos hóspedes um pouquinho de meu cuzinho. E ela disse: "vamos ver se o seu marido vai gostar de ver você mostrando o cuzinho para outro homem."
 
Achei a idéia legal e me lembrei que tinha acabado de fazer uma pose assim na sessão de fotos. Então foi só repetir quando um dos hóspedes estava no aparelho atrás.
 
 
 
Ninguém falou nada mas sei que todo mundo adorou: eu, o hóspede e meu marido principalmente, afinal que homem não gosta de ver sua esposa fazendo ginástica assim na frente de todo mundo ?


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Uma vagabunda carioca em São Paulo - quase nua na sala de ginástica


A noite na boite Nefertiti tinha sido bem fraquinha e para eu não ficar tristinha, na tarde seguinte o meu marido resolveu me animar tirando algumas fotos na sala de ginástica do hotel, que ficava junto da piscina e da sauna, o que era bem conveniente para justificar eu ficar ali de bikini.

 
 
Coloquei um dos biquinis que minha costura para mim e até mandei para ela uma foto pelo celular para mostrar que eu continuava usando os biquínis dela, para minha mãe ficar orgulhosa de mim.

 
 
Na hora que chegamos não tinha ninguém, então ficou bem fácil tirar as fotos. Eu estava meio desanimada, mas mesmo assim fiz algumas poses, como se estivesse usando os aparelhos.

 
 
Depois, lá pelas 7 horas, apareceu um homem de uns 40 e tanto, grisalho, tipo executivo, e logo depois um rapaz com uns 30, bem malhado.
 
Meu marido então parou de me fotografar, mas me mandou ficar desfilando de biquininho na sala de ginástica, de um lado para o outro, fingindo que testava os aparelhos, parando para me olhar no espelho, da forma mais natural.
 
 
 
Os homens tentavam disfarçar, mas não tiravam os olhos de mim. Achei aquilo uma delícia. Adoro me exibir nua ou quase nua em um lugar público. Sei que atrapalhei a ginástica deles, mas aposto que não se importaram. Não é todo dia que uma Thays Facinha acontece...



Meu marido também gostou: ele diz que eu faço uma carinha linda quando eu deixo outro homem comer meu cuzinho e também quando eu exibo minha bunda para outros homens em público, como se fosse uma putinha.

Mas que marido não curte ver sua esposinha mostrando a bunda todinha para fazer a alegria da galera ?


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Uma vagabunda carioca em São Paulo - roupinha para ir à boate


Estas fotos foram tiradas no quarto do hotel em São Paulo, um pouco antes de irmos à Boate Nefertiti. Escolhi um shortinho preto com aberturas laterais que tenho há muito tempo. Este shortinho tem história, que vou contar daqui a pouco. No trajeto do hotel até a boate tive que usar uma saia comprida por cima, para evitar escândalo, mas na Nefertiti pude ficar exatamente como nas fotos. Até pedi para o meu marido tomar conta para que o shortinho ficasse sempre bem enfiadinho. Isto é uma coisa que ele faz super bem: adora ficar ajeitando o short para deixar a bunda de sua mulherzinha o mais de fora possível.



O shortinho, apesar de ser antigo, ainda me veste muito bem e é bem convidativo: o tempo todo tinha alguma mão boba na minha bunda. Em uma boate de swing, os homens não respeitam nem o fato do meu marido estar do meu lado: passam a mão na minha bunda direto. Acham que só por que ela está de fora, então está liberada.... mas isto, de certa forma, é verdade.

 
 
Apesar do sucesso que o shortinho fez, a noite foi muito fraca. Achei a Nefertiti meio pobrinha, tinha gente de bermudas e chinelos - como é que alguém vai para uma boate assim ? Como é que a boate deixa entrar gente vestida assim ?  
 
A parte mais legal terminou sendo mesmo ficar desfilando de shortinho com a bunda de fora, de um lado para o outro.
 



Mas este shortinho tem uma boa história: quando estávamos com pouco tempo de casado meu marido foi à despedida de solteiro de um amigo que foi celebrada em uma famosa Termas na Barra. Ele não me contou sobre esta farra, mas eu terminei descobrindo e fiquei bem zangada por ele ter gasto nosso então escasso dinheirinho com garotas de programa, sem falar comigo.

Ele me pediu desculpas, é claro, mas eu percebi que se eu deixasse barato, ele ia terminar repetindo a gracinha e gastando de novo mais dinheiro com putas e isto eu não podia deixar: Meu marido precisava aprender uma lição.


 
Aí, eu pensei uma vingança meio malvada, mas educativa. Morávamos em um apartamento próximo a boate Help, que hoje já não existe mais. Toda a noite, era intenso o movimento de garotas de programa na calçada e nos barzinhos próximos a boate. A área era um gigantesco puteiro. Hoje em dia, há um movimento parecido perto da boate La Dolce Vita, mas no tempo da Help era melhor.

 
 
Então eu disse para o meu marido: "Para você aprender a não gastar dinheiro com garotas de programa, toda a sexta-feira à noite vou ficar desfilando de shortinho bem enfiadinho e salto alto na calçadão da Help e todo sábado estarei dançando na Help usando uma micro-saia. Já que você se interessa por garotas de programa, eu posso também me interessar em ser uma delas." Eu queria castigar meu marido fazendo ele ver sua esposa se passar por uma garota de programa procurando clientes.  
 
 
 
 
Mas para não exagerar na vingança, eu disse também que eu não iria dar para ninguém, só ficaria me oferecendo, mas na hora de fechar o michê, eu pediria muito caro, absurdo mesmo, e não haveria negócio. Na prática, isto iria até beneficiar minhas "colegas de trabalho": quando o cliente percebesse que elas cobravam bem menos, iriam pagar felizes.
 
Na verdade, eu queria mesmo era ter a experiência de ser uma garota de programa, sempre tive uma imensa curiosidade por esta forma de ganhar a vida. Nos bailes de carnaval da Help - eu não perdia nenhum - eu até tinha uma amostra do que seria, mas aí era carnaval e não uma experiência real.
 
 
 
 
Avisei para o meu marido que se ele não aceitasse o castigo ia ser pior e ele teve que concordar. Foi aí que comprei este shortinho preto bem curtinho e uma micro saia para serem o meu uniforme de trabalho (a saia eu mostro em uma próxima postagem). 
 
Então toda sexta feira à noite eu colocava o shortinho, uma sandália com salto bem alto, fazia uma maquiagem bem caprichada e ía junto com o meu marido para o calçadão da Help.  Quando a gente chegava por lá, a gente se separava: ele ficava em uma mesa de algum barzinho próximo tomando cerveja e eu assumia o meu papel de putinha. 
 


Aí eu enfiava o shortinho todo na minha bunda e partia para conquistar clientes, mas sempre ficando mais ou menos próximo do meu marido para que ele me visse trabalhando, afinal era este o castigo: assistir a sua esposinha ficar se oferecendo na rua como se fosse uma putinha. Eu ia para o meio fio, levantava bem o shortinho para deixar tudo de fora e me inclinava sobre algum carro estacionado, exibindo a bunda para os carros que estavam passando. As outras meninas faziam a mesma coisa na época, eu não estava sozinha. Quando parava um carro, eu ficava conversando na janela com a bundinha empinadinha também.

 
 
De vez em quando eu olhava para o meu marido para ver se ele não estava perdendo nada de meu desempenho como putinha. Meu marido depois me disse que eu parecia uma profissional oferecendo minha bundinha na rua. Fiquei toda orgulhosa !
 
 
 
As vezes também, eu ia para o barzinho cheio de gringos em que meu marido estava, me inclinava na mesa dele e empinava minha bunda na direção de algum cliente em potencial. Aí eu aproveitava para
brincar o meu marido: "Amor, você acha que o argentino está gostando de ficar olhando para a bunda de sua mulherzinha ? Será que ele está interessado em me contratar para me comer ?  Se ele quiser comer o meu cuzinho, posso deixar ?

 
 
O meu marido depois me confessou que estava achando bem divertido ser casado com uma vagabunda. E foi assim que começamos o jogo...