domingo, 13 de julho de 2014

Alegria da Vizinhança

Fiquei muito contente de minha mãe ter concordado que eu preste serviços profissianais a quem me fizer uma boa oferta por e-mail. Ela compreendeu que eu não iria fazer isto só por dinheiro, mas também por que gosto e que a aparência do candidato também seria levada em conta - ele vai ter que mandar uma foto. Minha mãe só estranhou o meu marido aceitar que outros homens paguem para comer a bunda de sua mulher, mas isto é problema dele, afinal.

Depois de ter feito a alegria de um vizinho, o Valdisnei, como contei na postagem anterior, achei que podia fazer também a alegria da vizinhança toda e pedi para o meu marido tirar essas fotos no portão da casa de minha mãe.




É bem divertido ficar de bunda de fora no portão da casa da mãe, me exibindo para quem passar. Dá uma sensação de que sou uma menina mal comportada e que estou fazendo arte. Até minha mãe, que sempre me incentivou a não ter vergonha e nem esconder meu corpo, disse: "Thays, minha filha, você está ficando muito levada, merece umas palmadas..."

Isto aliás me lembrou de que meu cliente também poderá estalar palmadas na minha bunda, está incluído no pacote. Além de dar a bunda, também vou ter que apanhar.



 
A verdade é que a rua da casa de minha mãe é muito tranquila e não passou ninguém a pé durante todo o tempo em que fiquei tirando fotos, só um rapaz de bicicleta, outros dois de moto e alguns carros.
 
Então eu ficava só esperando e, quando passava alguém, me virava para falar com minha mãe que estava dentro de casa e aí mostrava a minha bunda.
 
 
 
 
O meu marido tirou esses retratos na hora que não tinha ninguém passando. Quando aparecia alguém, ele disfarçava e ficava curtindo sua mulherzinha se exibindo quase nuazinha. Adoro me exibir em um lugar público e sei que sempre posso contar com o apoio e estímulo de meu marido para isto.
 
Aliás, acho que todo casal deveria ter esta experiência: o marido ficar apreciando a esposa na porta de casa mostrando a bunda para quem passar na rua. Isto fortalece os laços conjugais.

 
 
Ficar quase nua na calçada é mais emocionante do que na praia, mas ao mesmo tempo fico um pouco constrangida por estar sendo tratada como se fosse um objeto. Parece que sou um automóvel bonito, importado, e meu marido me coloca na porta da garagem da casa para que os vizinhos morram de inveja.
 
Mas, no fundo, também gosto de ser tratada como um objeto sexual, então não tem problema.
 
 
A parte que eu acho mais legal é imaginar que qualquer um que me veja peladinha assim na calçada vai pensar que sou uma putinha. Toda mulher gosta de ser confundida com uma putinha. E todo homem marido também gosta de ver sua mulher neste papel, é super normal.
 
Aliás, minha mãe em uma certa altura sacaneou o meu marido: "Você não liga que toda vizinhança pense sua esposa é uma puta?". O meu marido respondeu: "E a senhora também não se importa que sua filha fique se oferecendo praticamente nua na porta de sua casa?" Os dois se entendem...
 
 
 
 
Antigamente, como já contei aqui neste blog, meu marido e eu íamos para a Avenida Atlântica, no sábado a noite, eu com um minishort de lycra todo enfiado na bunda, e ficava me oferecendo para os motoristas dos carros que passavam, com o meu marido acompanhando à distância. 
 
Hoje em dia não dá para fazer mais isto, mas em compensação uma das atrações que está incluída no pacote de atrações que meus futuros clientes terão direito é de me assistir desfilando nuazinha na frente da garagem do quarto de motel até que passem pelo menos três carros. O meu marido quer que várias pessoas me vejam nua e de salto alto para que haja testemunhas de que sou uma puta atendendo a um cliente.
 
 
 
Ficar quase nua para fazer a alegria da vizinhança é uma coisa muito recompensadora e não ligo que pensem que sou uma vagabunda, o que importa é que meu marido se sinta orgulho de ter uma mulher tão gostosa e facinha.
 
Acho que todas as mulheres deveriam praticar um pouco de exibicionismo, isto é muito bom para o moral !


 
 
 



 

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Alegria do vizinho



Esta minha bunda pode ser sua, é só fazer um bom lance por ela, quando for a leilão. Meu marido resolveu que já está cansado de me ver sendo enrabada de graça e agora quem quiser comer minha bundainha vai ter que pagar. Vai funcionar assim: o interessado faz uma oferta e manda por e-mail para mim. Se eu achar que vale a pena, a gente fecha o negócio e o interessado me come. Depois da Copa explico os detalhes.

Acho que vai ser emocionante para o meu marido me assistir dando a bunda para quem quiser pagar, vai ser emocionante para o cliente enfiar o seu pau todinho em meu cuzinho, afinal ele está pagando então tem o direito e vai ser emocionante para mim ter meu cuzinho arrombado e ainda ganhar para isto !


 
 
Estas fotos foram tiradas no quintal da casa de minha mãe na região dos lagos. Passamos um tempo lá, como já contei. Minha mãe conhece uma boa parte de minha vida: Ela sabe que meu marido e eu frequentamos clubes de swing, onde dou para qualquer um, só pela festa. Ela também sabe que, com o devido apoio de meu marido, faço ménages com outros homens, em geral conhecidos. Ela até soube que fiz um filme pornô e não gostou nada disto, e prometi nunca mais fazer de novo.
 
Mas minha mãe não sabe de tudo. Por exemplo ela não sabe deste blog (ela mal acessa a internet), ela não sabe que uma vez já banquei a garota de programa para um gringo (mas era carnaval) e nem que já fui a escrava sexual de um dos visitantes deste blog que passou uma tarde inteira me enrabando sem pena. Mas depois de pensar bastante, resolvi que era melhor ela saber que eu iria deixar o amadorismo e me profissionalizar, sempre com o incentivo de meu marido. Acho que toda mãe tem o direito de saber que sua filha está fazendo programas, mesmo que seja só de vez em quando, afinal é melhor para ela que eu seja a puta da filha, do que filha da puta.
 
 
 
Então tomei coragem e contei para a minha mãe com jeitinho e não usei a palavra leilão, é claro. Disse para ela que meu marido e eu íamos fazer um site para ajudar a gente  a conhecer novos parceiros para apimentar nossa vida sexual. Até aí nada demais. Disse para ela que neste site eu ia publicar algumas fotos nuazinha, mas sem mostrar o rosto. Até aí tudo bem. Aí expliquei para ela que provavelmente iria aparecer muitos homens interessados em um encontro e aí eu teria que ter um critério de escolha, é claro.
 
Então contei para ela que o meu critério seria baseado no conteúdo do e-mail do interessado em me conhecer: sua foto, suas palavras e que presente ele me daria, como sinal de cortesia. Minha mãe achou a idéia muito divertida, mas fez três ressalvas, com as quais eu concordei na hora.

 
Em primeiro lugar, eu deveria doar para a igreja que ela frequenta 20% do presente que eu recebesse. Em segundo lugar, eu iria deixar ela ver os e-mails que eu recebesse para que ela ajudasse a escolher quem iria comer a bundinha de sua filhinha. E em terceiro lugar, o meu marido seria quem iria fazer o site, para ficar bem caracaterizado que a idéia era dele e que eu era totalmente inocente.
 
Minha mãe só ficou preocupada em que eu ficasse esfoladinha, pois ela sabia que iria rolar muito sexo anal. Ficar arrombadinha, tudo bem, gosto muito de me sentir assim, como qualquer mulher, mas ficar esfoladinha machuca e como o cliente ia estar pagando, era capaz dele enfiar seu pau sem dó em meu cuzinho.


 
 
Aí expliquei para minha mãe que o meu marido não ia ficar só olhando não: ele seria encarregado de manter meu cuzinho lubrificado e bem aberto para o "amigo". Assim eu teria menos risco de ficar esfoladinha. Minha mãe, então, se tranquilizou.
 
Essas fotos têm uma história engraçada: meu marido as tirou no jardim da casa de minha mãe que estava assistindo a sessão de fotos e aí reparou que seu vizinho estava espiando disfarçadamente na janela do segundo andar a casa ao lado. Este vizinho é um rapaz que volta e meia ajuda minha mãe trocando lâmpadas, consertando torneiras e outros favores.
 

Aí minha mãe chamou: "Valdisney, deixa de espiar e vem cá conhecer minha filha Thays."  Ele chegou em dez segundos. Após as devidas apresentações, minha mãe me pediu para tirar um par de fotos nuazinha, já que o fio dental era meio transparente e não fazia muita diferença mesmo, só para o Valdisney ver como meu marido e eu somos modernos e liberados.

Eu concordei e aí minha mãe resolveu fazer uma gracinha. Quando fiz a pose que meu marido chama de "prontinha para dar a bunda de pé "minha mãe perguntou para o vizinho: "Quanto você seria capaz de pagar para comer a bundinha de minha filha, se Thays por acaso fosse uma garota de programa ?  O rapaz não estava esperando esta pergunta e ficou sem meio se graça, mas respondeu: "Duzentos reais por uma completa, com todo o respeito."


 
 
Minha mãe então respondeu: "Ah, Valdisney, isto é muito pouco para comer a bunda de minha filha..."  Minha mãe às vezes me mata de vergonha !
 
E você, quanto pagaria para comer a minha bunda ?
 

 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Minha mãe me fez assim...


Ainda estou me preparando para realizar o leilão de minha bunda pela internet: quem fizer o melhor lance vai poder passar três horas inteiras me comendo. Foi o meu marido quem teve a idéia, ele disse que já estava cansado de me ver dando o cuzinho de graça em boates de swing. Vai ser minha primeira vez como profissianal. Eu nunca fui puta, como já contei na postagem anterior, mas sempre fui facinha e quem me fez assim foi minha mãe e depois meu marido também. Desde que eu era bem novinha, minha mãe me incentivava a fazer três coisas:

  • Aproveitar qualquer chance para ficar o mais nua possível, seja na praia, na piscina, no carnaval, na boate ou em qualquer lugar. E minha mãe ainda ajudava fazendo para mim biquínis fio dental como o destas fotos.

  • Tratar bem os admiradores, fazendo poses e provocando todos os que estivessem por perto.

  • Na hora do sexo, de preferência chupar e dar a bunda - minha mãe sempre teve medo que eu engravidasse e não se usava camisinha quando eu era bem novinha. Daí eu terminei ficando acostumada e gostando de alternar na boca e no cuzinho, mesmo antes disto virar moda.


 
 
Essas fotos foram tiradas quando minha mãe, meu marido e eu fomos a praia perto da casa dela. Foi ela quem insistiu que eu usasse um bikini fio dental. Aliás, quando fiz 16 anos, ela me deu o meu primeiro bikini só com um fiozinho atrás. Eu ficava meio envergonhada mas ela me dava a maior força para eu usar e aí eu terminei gostando de me exibir. 
 
Foi minha mãe também quem me convenceu a sair quase nuazinha como destaque num carro de escola de samba usando apenas um paninho na frente e nada atrás durante vários anos, mas isto foi no tempo em que os desfiles eram repletos de gente pelada, hoje todo mundo sai bem comportadinho. Minha mãe queria que eu fizesse sucesso como modelo de revista masculina, mas isto acabou não acontecendo.
 

 
 
 
Quando eu era solteira e ia à praia com minha mãe, eu era bem novinha, ela além de me fazer usar os bikininhos fio dental ainda me incentivava a fazer poses para os taradinhos (como ela chamava) que sempre apareciam e se sentavam por perto. A gente fazia uma espécie de brincadeira: eu era a bonequinha da mamãe e ela então em mandava ficar em várias posições para provocar os taradinhos. Era comum eu ficar cercada de admiradores, afinal eu era bem mais nova, mas isto ainda acontece até hoje. Então eu passava o tempo todo revezando as poses, sob a direção de minha mãe. 
 
Eram 4 posições básicas, que repeti nestas fotos: de pé, deitada, de lado e ajoelhada. Cada posição podia vir acompanhada de uma provocação extra, minha mãe é quem decidia isto também. Ela me mandava ser mais generosa com gringos. Então chegávamos na praia e ficávamos esperando até um admirador se sentar próximo. Aí a brincadeira começava com minha mãe dizendo: "Thaysizinha, você é a minha bonequinha, enfia o bikini na bucetinha e fica de pé para o gringo ver." Aí eu fazia o que ela mandava, mas sempre de um jeito bem natural, para que ele ficasse sem saber se eu estava me oferecendo ou não. Eu deixava só um pouquinho da bucetinha de fora, nada escandaloso demais.
 

 
 
A segunda posição era deitada de bruços, sempre com o bikini enfiadinho na bucetinha, com a bunda na direção do admirador. Aí, quando achava que o admirador merecia, minha mãe me dizia:"Thays, abre as pernas um pouquinho para mostrar sua bucetinha depiladinha." Se não fosse a minha mãe me dando força, acho que eu não teria coragem de ficar deitada de bruços com o bikini bem enfiado na bucetinha e com as pernas um pouco abertas, por que assim dá para ver tudinho.
 
Outra posição era ficar de lado com a bunda virada para o taradinho da vez. Eu estava de costas, é claro, não via nada, mas a minha mãe me contava a cara de tesão no rosto do admirador e aí as vezes ela dizia:"Coloca sua mão na bundinha e abre um pouquinho para seu admirador ver..."  Minha mãe curtia ver a cara do taradinho quando eu fazia isto.... eu também gostaria de ver.
 
 
 


A quarta posição era a mais safadinha: eu tinha que ficar de joelhos com a bunda voltada para o admirador. Minha mãe dizia que esta era a posição em que ela mais gostava de colocar sua bonequinha e ainda apimentava mais: "Filhinha, arrebita o máximo sua bundinha até mostrar um pouquinho de seu cuzinho." Eu, é claro, obedecia direitinho.

A minha mãe sempre gostou de me exibir; ela diz que sente orgulho de ter uma filha tão gostosa como eu. Isto terminou me desinibindo o que foi muito bom para mim. Quando eu era mais novinha, tinha vergonha de ficar quase nua em público provocando desconhecidos. Agora estou mais liberada.



quarta-feira, 4 de junho de 2014

Nunca fui puta !


Meu marido teve a idéia de leiloar minha bunda: quem fizer o melhor lance, me leva. Terminei concordando, mas antes combinamos que eu conversaria a respeito com a minha mãe. Essas fotos foram tiradas em um dia em que ela, meu marido e eu fomos a praia, perto da casa dela.

Não é fácil contar para a própria mãe que a gente vai dar a bunda para quem fizer a melhor oferta. Ainda mais porque eu nunca dei por dinheiro, em toda a minha vida, é sério !





 Quando eu era garota, eu costumava "pagar um boquete", como a gente falava naquele tempo, e é claro que eu cobrava por isto. Mas só chupar não é a mesma coisa do que fazer  sexo convencional, o que já foi muito bem argumentado por um ex-presidente americano. Então ninguém pode dizer que fiz sexo por dinheiro, só que chupei, o que não tem nada demais. E além disto, fiz isto só por poucos anos, depois quando comecei a namorar mais sério, parei de cobrar.


 
 
Uma outra coisa que costumava fazer com frequência era desfilar nua, fazer poses, etc para um ou mais homens e receber para fazer isto. Mas isto é o que acontece na profissão de modelo e como todos sabem, eu fui  - e ainda sou - modelo. E não tem nada demais cobrar para posar nua para quem quer que seja, todo mundo já fez isto e no meu caso então sempre tive bastante incentivo por parte de minha mãe e de meu marido.
 
 
 
 
 
Também já fiz de conta que eu era uma garota de programa no carnaval e terminei dando para um gringo que me pagou direitinho, mas isto só aconteceu porque era carnaval, então não foi sério. Apesar de eu ter recebido uma bela grana para deixar o gringo arrombar o meu cuzinho, isto foi uma dessas coisas que só acontecem no carnaval, então não conta como uma experiência profissional.
 
 
 
 
 
 
 
A outra vez em que recebi para dar a bunda mas que jamais poderia ser considerado como uma coisa de puta foi quando fiz o meu filme pornô. Até mesmo a Xuxa já  fez um pornô com um menino, era um pornô light, mas no fundo não era ela, a Xuxa, que estava lá se esfregando nuazinha deitada em cima do garoto e sim a personagem que a Xuxa estava representando, isto é arte, é cinema e não tem nada demais.
 
 
 


Também já banquei a escrava, a empregadinha e a cachorrinha para vários homens, mas nunca recebi nada para fazer isto, eu faço por prazer e porque mereço.


É claro que várias vezes já recebi presentes por ter feito sexo, mas isto acontece com toda a mulher e nunca houve nada combinado previamente. Então, a verdade é que nunca fui puta e ter a minha bundinha leiloada vai ser uma experiência inédita para mim. Mas acho que vou gostar.


sexta-feira, 30 de maio de 2014

Contando para mamãe que minha bundinha vai ser leiloada - primeira parte


O meu marido decidiu que já estava na hora de fazer um leilão de minha bundinha: chega de dar de graça !  Então agora quem oferecer o melhor lance vai ter direito de me comer. Já concordei - o que posso fazer ?! - mas antes queria contar para a minha mãe para ver a opinião dela sobre o assunto, o que ela achava de sua filhinha se tornar uma putinha, com todo o respeito.


Essas fotos foram tiradas em Jaconé, onde minha mãe tem uma casa de praia. Meu marido, ela e eu passamos um fim de semana lá e aproveitei para conversar com ela sobre este meu novo desafio profissional.




Este é um assunto mais delicado que parece, por que minha mãe no fundo é meio careta, sempre foi, mas agora que ela se tornou evangélica está mais ainda. Então eu tinha que ser em cuidadosa. O lance do meu filme pornô, por exemplo, quando ela soube foi um escândalo. Expliquei para a mãe que não era eu, a Thays, quem estava dando o cuzinho para os dois rapazes no filme, mas sim a minha personagem, a Thanya, mas minha mãe não conseguia entender isto direito. Expliquei que era igual quando alguém morre um filme, o ator não morre de verdade, quem morre é o personagem, mas ela não conseguia entender mesmo com este exemplo.


 
 
Minha mãe não se importa muito com o fato de meu marido e eu fazermos swing e menage. Tudo está bem, desde que não haja dinheiro envolvido. Minha mãe também nunca se importou que eu ganhasse presentes caros de meu namorado da vez, presente é só um presente, não é pagamento. Outra coisa em que minha mãe é super liberal é sobre eu ficar nua ou quase nua na praia ou em bailes de carnaval; ela sempre me incentivou a usar fazendo os biquínis bem pequenininhos que ela mesma fazia para mim.
 
Minha mãe também aceita sem problemas que eu receba dinheiro para desfilar nua fazendo poses sensuais: ela acha que tenho talento para ser modelo e que é natural eu ser bem paga para isto.



A minha mãe é a primeira a sugerir que eu fique nua ou quase nua, sendo paga ou não para isto, e também não se importa que eu faça sexo com outros homens, além de meu marido. Mas ela nunca iria concordar que qualquer um que fizesse uma boa oferta pudesse comer a bundinha de sua filhinha....   



segunda-feira, 19 de maio de 2014

O meu terceiro castigo em São Paulo


Para me castigar por eu  ter feito algo que ele não gostou, meu marido me mandou cumprir
três de seus caprichos e tive que obedecer. O primeiro castigo contei em http://thaysfacinha.blogspot.com.br/2014/05/o-meu-primeiro-castigo-em-sao-paulo.html  e era desfilar pela decadente Rua Augusta de noite, de micro-saia e salto alto, e entrando para dançar um pouco nos poucos inferninhos que ainda restam por lá.  O segundo castigo foi ficar de fio dental me exibindo e me oferecendo na piscina e na sala de ginástica do hotel em que ficamos em São Paulo, como mostrei em http://thaysfacinha.blogspot.com.br/2014/05/o-meu-segundo-castigo-em-sao-paulo.html

E o terceiro castigo, acho que já dá para saber qual foi, pela foto abaixo:

 
 
Tive que ficar nua na varanda do quarto do hotel,  de salto alto, em uma manhã de sol. Ele foi bem malvado, poucos homens colocariam sua esposa em exibição deste jeito. Mesmo para mim, que sou Facinha, foi um desafio, pelo menos no início. Mas como esta não foi a primeira vez que ele me manda fazer isto, então já estou até ficando acostumada e agora já estou até gostando desta brincadeira.
 
Acho que todas as mulheres, mesmo sem seus marido mandarem, deveriam experimentar a sensação que é ficar nua na varanda de um hotel, assim bem anônima, esperando para ver se alguém, em um prédio próximo ou na rua, percebe. Dá até um tesãozinho.
 
 
 
 
 
Ficar nuazinha na varanda serve para três coisas, de acordo com meu marido: Primeiro para me lembrar de que sou uma vadia, uma vagabunda, uma piranha. Sou uma facinha.

 
 
 
Segundo, o meu marido adora ficar dentro do quarto calmamente me apreciando, me fotografando enquanto eu fico fazendo poses na varanda, nervosa por que qualquer um pode me ver nua, se olhar para a varanda certa do prédio certo.
 
 
 
O terceiro motivo para eu me colocar nua na varanda foi uma sacada de marketing de meu marido: ele acha que essas fotos com a minha bunda em destaque vai aumentar o valor dos lances que serão feitos quando acontecer o leilão de minha bunda. Para quem chegou agora: o meu marido vai leiloar minha bunda pela internet, mas isto vai acontecer só daqui mais ou menos um mês, estamos muito ocupados agora.
 
Minha bunda vai ficar a disposição de quem ganhar a leilão. E além comer meu cuzinho, o vencedor também vai ter o direito de  gozar em minha boca, para eu mostrar para o meu marido a minha boca cheia do leitinho de outro homem...


terça-feira, 6 de maio de 2014

O meu segundo castigo em São Paulo


O segundo castigo que tive que cumprir em São Paulo foi ficar me oferecendo na sala de ginástica do hotel em que estávamos hospedados. Aliás, foi neste mesmo lugar, que recebi uma proposta indecente, da última vez que estivemos aqui em São Paulo, como já contei em http://thaysfacinha.blogspot.com.br/2014/01/uma-vagabunda-carioca-em-sao-paulo-meu.html: Só por que eu estava de bikini fio dental, um babaca achou que eu fosse uma piranha. Tudo bem que eu provoquei um pouquinho, mas ele não poderia ter feito a abordagem grosseira que fez, ainda por que eu estava acompanhada do meu marido, que tinha se afastado só um minutinho, foi muita falta de respeito !

 
 
Daquela vez, quando contei para o meu marido que alguém queria me pagar para comer a minha bunda, ele achou até engraçado e foi aí que teve a idéia de fazer um leilão de minha bunda pela internet. Eu até já aceitei esta idéia do leilão, só tenho que conversar com minha mãe para ver o que ela acha disto.
 
Desta vez, o meu marido me mandou colocar o mesmo bikini fio dental que tinha usado antes e ficar me exibindo na cobertura do hotel, onde estão a sala de ginástica, a piscina e a sauna. Só que desta vez, o meu marido não ficou junto: ele acompanhou tudo a distância, como se não me conhecesse, como se fosse um outro hóspede qualquer que estivesse ali por acaso. Tinha que parecer que eu estava sozinha, para facilitar que algum hóspede viesse falar comigo.
 
 
 
Para o castigo ficar ainda mais emocionante combinamos que se eu recebesse alguma proposta interessante para dará  minha bunda, eu aceitaria.  Afinal, já estávamos em um hotel, o que facilitava tudo. Então o papel de meu marido era só ficar me assistindo, sem falar comigo nem se aproximar muito, e o meu papel era de parecer uma mulher desacompanhada e meio facinha, que é um papel que sei desempenhar muito bem.
 
Eu acho divertido bancar a putinha em um hotel. No início sempre fico com um pouco de vergonha, mas logo logo me solto e começo a fazer o meu repertório de poses-de-puta. Puxar o biquininho para cima, como se estivesse ajeitando é uma de minhas poses favoritas: os homens ficam taradinhos quando faço isto, mas tenho várias outras poses também.

 
 
Quando chegamos na cobertura, não tinha ninguém e aí o meu marido aproveitou para tirar essas fotos, que serviram para eu já ir fazendo um aquecimento.
 
Demorou quase uma hora até aparecer o primeiro hóspede na sala de ginástica - a gente já estava quase desistindo da brincadeira. Aí o meu marido foi fazer uma sauna e me deixou circulando livre leve e solta. O hóspede era um homem de uns 40 anos, em boa forma física, que prestou atenção em mim imediatamente. Logo depois chegou outro, um pouco mais novo, que parecia ser estrangeiro.
 
 

Então quando o meu marido saiu da sauna, já tinha dois homens de olho em mim. O meu marido, é claro, ficou super satisfeito com o sucesso que sua esposinha estava fazendo. Acho que qualquer marido, no fundo, fica orgulhoso em ver sua mulher se exibir quase nua e sendo devidamente apreciada por outros homens.

Eu também gosto disto: como já contei várias vezes, ficar me oferecendo de fio dental para vários homens em público me dá muito tesão.


 
 
 Este lance todo me lembrou uma vez em que brinquei de ser uma putinha, na cobertura de um hotel em Copacabana, durante um carnaval, há muito tempo, veja em: http://thaysfacinha.blogspot.com.br/2012/07/minha-primeira-experiencia-profissional.html
Na verdade, não foi uma experiência profissional, foi mais uma brincadeira de carnaval.

A conclusão da história: só apareceram dois hóspedes mesmo e fiquei mais de uma hora me exibindo e oferecendo  minha bundinha para eles, com o meu marido supervisionando tudo a distância, mas não final não aconteceu nada: eles eram muito tímidos. Mas foi divertido mesmo assim. ..